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Em harmonia com a natureza: como não deixar rastros em ambientes naturais

Em harmonia com a natureza: como não deixar rastros em ambientes naturais

Afinal, qual a maneira ideal de fazer uma fogueira na natureza? Posso lavar as panelas no rio? Qual o jeito certo de fazer cocô no mato? Qual a distância mínima de cursos d’água? Tenho que levar meu lixo orgânico de volta? Aquela casca de banana vai se decompor rapidinho…

Você é uma pessoa que se preocupa com o meio ambiente. Separa o lixo reciclável, fica atento no tempo do banho e tem orgulho de recusar sacolas plásticas no mercado. E quando viaja para a natureza, tem a consciência de não escutar música alta, trazer seu lixo de volta e não alterar a vegetação.

Mas convenhamos: por mais bem-intencionado que a gente seja, não é fácil reduzir nosso impacto a zero, não é mesmo? É só olhar um pouco para nossas aventuras passadas para lembrar de vacilos grandes que cometemos em campings, trilhas e expedições em ambientes naturais. Ler mais

Conheça 10 roteiros imperdíveis para viajar de bicicleta no Brasil

Conheça 10 roteiros imperdíveis para viajar de bicicleta no Brasil

Se você já fez cicloturismo alguma vez na vida, isso não vai ser nenhuma novidade: a bicicleta é um dos melhores veículos para se conhecer qualquer lugar, seja uma cidade pequena ou um continente inteiro.

Pedalando, temos mais tempo para apreciar a paisagens e os detalhes do lugar. Podemos parar a qualquer momento para tirar uma foto, apreciar uma vista ou apenas observar aquela borboleta na beira da estrada. Ler mais

Azar em dobro: as duas fraturas consecutivas de Raphael Nishimura e sua recuperação para voltar ao esporte

Azar em dobro: as duas fraturas consecutivas de Raphael Nishimura e sua recuperação para voltar ao esporte

Por Raphael Nishimura

Quem é capaz de quebrar o mesmo osso em menos de 12 meses?

Eu!! Como alguns sabem, em agosto de 2017 sofri uma queda de bike durante uma prova de longa duração. O desafio teria pouco mais de 120 km, mas logo nos primeiros três quilômetros eu fui fechado e tocado por outra bike: quando você está atrás e é tocado na roda na frente, você literalmente sai voando por cima da bicicleta e nesse voo eu aterrissei em cima do meu ombro esquerdo, sofrendo assim uma grande quebra na clavícula. Ler mais

Mad Rock chega ao Brasil com linha de sapatilhas e acessórios para escalada

Mad Rock chega ao Brasil com linha de sapatilhas e acessórios para escalada

Bem-vinda ao time, Mad Rock.

A Mad Rock é uma das empresas mais inovadoras de material de escalada do mundo. Suas sapatilhas, crash pads e acessórios são referência em questão de design, tecnologia e acessibilidade – e a partir de agora, estão disponíveis para o público brasileiro na loja virtual da SBI Outdoor

PROMOÇÃO DE LANÇAMENTO! Na compra de qualquer sapatilha Mad Rock, ganhe um boné SnapBack! Mas corra, promoção válida para os 10 primeiros clientes!

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Escalada nas Olimpíadas: como será a competição e o que já mudou por causa dos Jogos

Escalada nas Olimpíadas: como será a competição e o que já mudou por causa dos Jogos

A Escalada Esportiva fará sua estreia nas Olimpíadas de Tóquio de 2020.

A notícia não é nova para o mundo de escalada, que sabe disso desde 2016, quando o Comitê Olímpico Internacional (COI) declarou a lista dos cinco novos esportes a serem incluídos nesta edição (surfe, skate, karatê e baseball/softball também entraram).

A notícia foi recebida com entusiasmo – talvez até pequenas doses de euforia – por muitos atletas e fãs do esporte. Dois anos se passaram desde então, e agora faltam menos de dois anos para esse evento que deverá influenciar muito a popularidade e a atenção da mídia que a escalada tem hoje.

O que podemos esperar desses jogos olímpicos? Como as modalidades vão funcionar? O que já mudou para a escalada no Brasil? Ler mais

Quer evoluir na escalada? Trabalhe seus pontos fracos

Quer evoluir na escalada? Trabalhe seus pontos fracos

Por Thaís Makino
 

Para quem começou a escalar há pouco tempo é evidente que o corpo precisa de um tempo para se adaptar a tantos movimentos diferentes, e essa adaptação muitas vezes é erroneamente associada a ficar mais forte.
 
Tantos amigos e conhecidos já me falaram que precisavam ficar mais fortes antes de fazer uma via ou boulder que perdi a conta de quantas vezes expliquei que isso não era necessariamente verdade.
 
Na maioria das vezes a técnica, se trabalhada, consegue resolver a maior parte dos problemas de escaladores iniciantes e intermediários, mas é uma habilidade difícil de se desenvolver sozinho exatamente por ser subjetiva na análise e no ensino.
 
Estou falando de técnica porque este é o primeiro aspecto que normalmente as pessoas falham em diagnosticar como um ponto fraco, e saber de fato qual é sua fraqueza e não ter medo de trabalhar em cima dela melhora sua escalada quase que instantaneamente.
 
“Ai que texto bonito, mas como que faz?”

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