Já ouviu falar do Centro de Escalada Urbana?

O Centro de Escalada Urbana (C.E.U.), idealizado por Andrew Lenz, é um projeto social de escalada para jovens das periferias do Rio de Janeiro. Fundada em 2010, tem como foco tornar a escalada mais acessível as comunidades do Rio, com o propósito de encorajar os jovens a buscar novos caminhos, além de promover um desenvolvimento e estilo de vida saudável e uma relação forte com o esporte e a natureza.

De acordo com Andrew, o projeto começou realizando palestras, montando muros de escalada em eventos comunitários e convidando grupos de jovens para escalar, mas foi quando firmaram uma parceira com Escola de Surfe da Rocinha que conheceram um grupo de jovens que abraçaram a escalada. “Jonas foi o primeiro aluno que fez um curso básico com a gente. Desde então ele já guiou vias no Dedo de Deus, Pico Maior, ganhou um campeonato de boulder, construiu nosso muro na Rocinha, foi monitor do projeto, foi o primeiro a se formar do nosso programa de bolsista, concluiu o segundo grau, tirou passaporte e passou 3 meses na Suécia. Agora já tá trabalhando de carteira assinada e visando a faculdade. Temos muito orgulho desse menino que se tornou homem. Não escala tanto quanto antes mas ainda tá passeando nas vias de sexto grau”, orgulha-se Andrew.

Em 2017, o C.E.U. ganhou uma sede na favela da Rocinha e aos poucos este espaço foi se transformando em uma academia de escalada.

Jonas, primeiro aluno a fazer um curso básico com o C.E.U. (Crédito: Andrew Lenz)

 

De acordo com o idealizador, mais de 100 alunos já passaram pelo projeto, e atualmente conta com 20 jovens, que frequentam regularmente o espaço. As dificuldades para manutenção do projeto são muitas, mas a vontade em mantê-lo vivo, faz com que parcerias ao longo do caminho fortaleçam este propósito e colaborem para a manutenção da estrutura e dos monitores que trabalham no projeto hoje.

“A SBI outdoor, assim como o C.E.U., acredita na importância do esporte como ferramenta sustentável para aproximar pessoas, trabalhar valores e estreitar o contato com a natureza. Por isso, quando surgiu a ideia de fechar esta parceria, ficamos extremamente contentes em poder contribuir”,  explica Lidiane Saita, gerente comercial da SBI outdoor.

5% das vendas do site da SBI outdoor, nos meses de janeiro e fevereiro de 2019, foram destinados para o C.E.U. As vendas realizadas até o dia 06 de março de 2019 ainda serão doadas para o projeto. 

Aproveita para entrar no nosso site www.sbioutdoor.com.br e adquirir aquele equipo que está precisando. Contribua  com esta causa e incentive os jovens das comunidades do RJ a prática da escalada. 

 

Assista ao vídeo apresentação do Centro de Escalada Urbana. 

 

 

Mad Rock chega ao Brasil com linha de sapatilhas e acessórios para escalada

Mad Rock chega ao Brasil com linha de sapatilhas e acessórios para escalada

Bem-vinda ao time, Mad Rock.

A Mad Rock é uma das empresas mais inovadoras de material de escalada do mundo. Suas sapatilhas, crash pads e acessórios são referência em questão de design, tecnologia e acessibilidade – e a partir de agora, estão disponíveis para o público brasileiro na loja virtual da SBI Outdoor

PROMOÇÃO DE LANÇAMENTO! Na compra de qualquer sapatilha Mad Rock, ganhe um boné SnapBack! Mas corra, promoção válida para os 10 primeiros clientes!

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Escalada nas Olimpíadas: como será a competição e o que já mudou por causa dos Jogos

Escalada nas Olimpíadas: como será a competição e o que já mudou por causa dos Jogos

A Escalada Esportiva fará sua estreia nas Olimpíadas de Tóquio de 2020.

A notícia não é nova para o mundo de escalada, que sabe disso desde 2016, quando o Comitê Olímpico Internacional (COI) declarou a lista dos cinco novos esportes a serem incluídos nesta edição (surfe, skate, karatê e baseball/softball também entraram).

A notícia foi recebida com entusiasmo – talvez até pequenas doses de euforia – por muitos atletas e fãs do esporte. Dois anos se passaram desde então, e agora faltam menos de dois anos para esse evento que deverá influenciar muito a popularidade e a atenção da mídia que a escalada tem hoje.

O que podemos esperar desses jogos olímpicos? Como as modalidades vão funcionar? O que já mudou para a escalada no Brasil? Ler mais

Quer evoluir na escalada? Trabalhe seus pontos fracos

Quer evoluir na escalada? Trabalhe seus pontos fracos

Por Thaís Makino
 

Para quem começou a escalar há pouco tempo é evidente que o corpo precisa de um tempo para se adaptar a tantos movimentos diferentes, e essa adaptação muitas vezes é erroneamente associada a ficar mais forte.
 
Tantos amigos e conhecidos já me falaram que precisavam ficar mais fortes antes de fazer uma via ou boulder que perdi a conta de quantas vezes expliquei que isso não era necessariamente verdade.
 
Na maioria das vezes a técnica, se trabalhada, consegue resolver a maior parte dos problemas de escaladores iniciantes e intermediários, mas é uma habilidade difícil de se desenvolver sozinho exatamente por ser subjetiva na análise e no ensino.
 
Estou falando de técnica porque este é o primeiro aspecto que normalmente as pessoas falham em diagnosticar como um ponto fraco, e saber de fato qual é sua fraqueza e não ter medo de trabalhar em cima dela melhora sua escalada quase que instantaneamente.
 
“Ai que texto bonito, mas como que faz?”

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Perfil de atleta – Raphael Nishimura

Perfil de atleta – Raphael Nishimura

Minha história começou no final de 2007, com um convite do meu amigo Fred decidi conhecer a escalada. Ele havia me dito que o esporte poderia me ajudar muito na parte física, e como muito de nós, fui “picado” pelo bicho da escalada e nunca mais parei.

Lembro como se fosse hoje a minha primeira (10/02/2008) escalada em rocha, na Pedra Bela, foi um momento mágico, uma sensação de felicidade e liberdade indescritível. Nesse momento descobri que a escalada não era somente um esporte, seria meu estilo de vida. Ler mais

Perfil de atleta – André “Belê” Berezoski

Perfil de atleta – André “Belê” Berezoski

Comecei a escalar com 14 anos, em Curitiba, um dos berços da escalada nacional, onde minha formação foi a de uma escalada moldada em muita técnica, paixão pelas montanhas e por este estilo de vida que me levou a uma decisão inusitada: “viver exclusivamente do esporte”.

Desde o início eu sabia que seria uma escolha difícil de sustentar, mas não desisti. Segui o rumo da escalada de competição, onde várias portas profissionais se abriram para conciliar a prática do esporte, o ganha-pão e a dedicação aos treinos, que por sua vez me realizei mais do que poderia imaginar. Ler mais

Perfil de atleta – Cauí Vieira

Perfil de atleta – Cauí Vieira

Comecei a escalar aos 15 anos em Goiânia, cidade onde nasci e me apaixonei pelo esporte. 

Logo me mudei pra Recife, onde tive o prazer de conhecer a escalada tradicional e a oportunidade de aprender a abrir novas vias. O estado de Pernambuco possuia poucas vias abertas, mas muitas possibilidades. Foram mais de dez anos procurando setores e abrindo linhas interessantes, sempre documentando e divulgando, pra que todos pudessem ter acesso. Ler mais