Quer evoluir na escalada? Trabalhe seus pontos fracos

Quer evoluir na escalada? Trabalhe seus pontos fracos

Por Thaís Makino
 

Para quem começou a escalar há pouco tempo é evidente que o corpo precisa de um tempo para se adaptar a tantos movimentos diferentes, e essa adaptação muitas vezes é erroneamente associada a ficar mais forte.
 
Tantos amigos e conhecidos já me falaram que precisavam ficar mais fortes antes de fazer uma via ou boulder que perdi a conta de quantas vezes expliquei que isso não era necessariamente verdade.
 
Na maioria das vezes a técnica, se trabalhada, consegue resolver a maior parte dos problemas de escaladores iniciantes e intermediários, mas é uma habilidade difícil de se desenvolver sozinho exatamente por ser subjetiva na análise e no ensino.
 
Estou falando de técnica porque este é o primeiro aspecto que normalmente as pessoas falham em diagnosticar como um ponto fraco, e saber de fato qual é sua fraqueza e não ter medo de trabalhar em cima dela melhora sua escalada quase que instantaneamente.
 
“Ai que texto bonito, mas como que faz?”

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Perfil de atleta – Raphael Nishimura

Perfil de atleta – Raphael Nishimura

Minha história começou no final de 2007, com um convite do meu amigo Fred decidi conhecer a escalada. Ele havia me dito que o esporte poderia me ajudar muito na parte física, e como muito de nós, fui “picado” pelo bicho da escalada e nunca mais parei.

Lembro como se fosse hoje a minha primeira (10/02/2008) escalada em rocha, na Pedra Bela, foi um momento mágico, uma sensação de felicidade e liberdade indescritível. Nesse momento descobri que a escalada não era somente um esporte, seria meu estilo de vida. Ler mais

Perfil de atleta – André “Belê” Berezoski

Perfil de atleta – André “Belê” Berezoski

Comecei a escalar com 14 anos, em Curitiba, um dos berços da escalada nacional, onde minha formação foi a de uma escalada moldada em muita técnica, paixão pelas montanhas e por este estilo de vida que me levou a uma decisão inusitada: “viver exclusivamente do esporte”.

Desde o início eu sabia que seria uma escolha difícil de sustentar, mas não desisti. Segui o rumo da escalada de competição, onde várias portas profissionais se abriram para conciliar a prática do esporte, o ganha-pão e a dedicação aos treinos, que por sua vez me realizei mais do que poderia imaginar. Ler mais

Perfil de atleta – Cauí Vieira

Perfil de atleta – Cauí Vieira

Comecei a escalar aos 15 anos em Goiânia, cidade onde nasci e me apaixonei pelo esporte. 

Logo me mudei pra Recife, onde tive o prazer de conhecer a escalada tradicional e a oportunidade de aprender a abrir novas vias. O estado de Pernambuco possuia poucas vias abertas, mas muitas possibilidades. Foram mais de dez anos procurando setores e abrindo linhas interessantes, sempre documentando e divulgando, pra que todos pudessem ter acesso. Ler mais

Avaliação de produto: sapatilha Kestrel, da Five Ten, para MTB

Avaliação de produto: sapatilha Kestrel, da Five Ten, para MTB

Por Raphael Nishimura

Durante alguns meses eu utilizei a sapatilha Kestrel da Five Ten desenvolvida para mountain bike, o teste foi feito em climas, percursos e duração do pedal diferentes e sem dúvida a primeira grande impressão é o conforto. Se não fosse pelo espaço na sola para a colocação do taco, a sapatilha passaria facilmente por um calçado normal.

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Escalada no ar rarefeito: a conquista do pico La Esfinge

Escalada no ar rarefeito: a conquista do pico La Esfinge

Por Cauí Vieira

Oito dias após desembarcarmos no Peru tiramos nosso primeiro dia de descanso total, em um hostel em Huaráz. A semana anterior foi de escalada/aclimatação nas belas vias esportivas de Hatun Machay (também conhecida como Floresta de Pedra), onde passamos frio e sentimos os efeitos da altitude no corpo pela primeira vez.

O parceiro desta empreitada foi o curitibano Otto, companheiro de cordada em outras roubadas semelhantes.

Aproveitamos nosso dia de descanso para comer bem, coletar informações e planejar o dia seguinte. A ideia era tentar subir alguma montanha com 5 mil metros de altitude, para aclimatar melhor e chegar com mais fôlego no nosso objetivo principal da trip: La Esfinge (5325m).

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